"o sonho é o antídoto
 do medo"

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Reportagem

negras, trans, periféricas: mulheres contam desafios para sonhar

Nós, mulheres da periferia 

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O Nós ouviu mulheres para entender os desafios que elas têm encontrado nesse último ano para sonhar

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Muita coisa mudou desde o início da pandemia em março de 2020, e sonhar parece cada vez mais desimportante. 

Mas será que é? Para as mulheres que o Nós ouviu ainda há apostas no amanhã.

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Priscila Rezende 

O sonho ocupa um lugar estratégico para a cozinheira Priscila, 35 anos, moradora de Perus (SP).

"Sonho em levar conhecimento através da culinária. Alimento não é só para encher a barriga. é sagrado e cada preparo traz uma história" 

Priscila Rezende

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Raimunda Boaventura

Ter uma casa, seria a realização da ex-auxiliar de limpeza Raimunda, 58 anos, moradora de Taboão da Serra, município da grande São Paulo.

 “Onde a claridade é como a luz de um belo dia de sol, com sala, cozinha e três quartos. Sendo um deles com um banheiro meu, claro" 

Raimunda Boaventura

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Débora Garcia

Viver exclusivamente do trabalho como escritora é o que deseja Débora, 38 anos. Sonho distante, em sua opinião, por causa do governo. 

"Meu maior sonho é voltarmos a viver num governo democrático, de fato. não conseguimos fazer planos" 

Débora Garcia

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Kunã Yporã

O sonho é visto como “direito” e “resistência” por Kunã, 38 anos, da Articulação da Teia de Povos de Comunidades Tradicionais do Maranhão.

 "Muitos dos nossos ancestrais deram a vida pelos nossos direitos. é nosso dever carregar a resistência em nossas veias"

kunã yporâ 

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Neon Cunha

O desejo de Neon, 51 anos, é de que com o tempo as mulheres e homens transexuais mais jovens encontrem uma realidade segura para suas vidas e sonhos.

 "Não há espaço para o sonho, mas, ao mesmo tempo, não há tempo para desperdiçar com a ausência dele" 

Neon Cunha

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Um jeito de ver o mundo 

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